domingo, 28 de fevereiro de 2010

Vou sentir muita saudade...


Sr. Bigodes era assim: ficava de mal, me ignorava, quando eu agradava os outros gatos que moram comigo. Foi deixado na minha porta quando tinha cerca de um mês de vida. Pouco mais de oito anos se passaram. Neste tempo todo, dormiu conosco. Por um tempo, gostou de dormir entre mim e meu marido, mas este hábito mudava sempre. Às vezes dormia no meu travesseiro, outras, nas minhas pernas. Ficava mau humorado quando o Socks resolvia dormir no seu lugar, ia dormir no chão; e lá ia eu pegá-lo no colo e trazer de volta pra cama... Meu marido brincava que ele não miava; piava e arrulhava, pois so miado nunca foi seu forte, apesar de ser um gato grande e gordo. Em janeiro de 2009, apareceu sua primeira doença. Foi diagnosticada uma hepatite. Tratamos com a Dra Márcia Cabrelon, o anjo que cuida de meus animais. Budão, como eu o chamava, ficou bem. Em janeiro, os problemas recomeçaram. Ficou apático, mal comia, emagreceu muito. A Dra Telma fez uma ultrassonografia que mostrou uma enorme lesão hepática. A conclusão foi câncer no fígado. A tia Marcia cuidou novamente mas não nos deu muitas esperanças pois o caso era grave. Na noite de segunda-feira, dia 22, Bigodão não comeu muito. O pouco que comeu, vomitou. Depois disso, passou a vomitar uma espuma branca. Só bebia água. Passou a madrugada deitado ao lado da vasilha de água. Terça de manhã, meu filho Arthur o levou à Vila do Bichos. Saí do trabalho e passei por lá, mas já me preparando para o pior. A Dra Marcia me disse que ele continuava apático e ela o havia colocado no soro. Fui na internação para vê-lo. Ele não se levantou mas me conheceu e miou pra mim. Aquele grande olhos verdes me olharam no fundo dos olhos. Acho que ele queria se despedir, dizer que era pra eu guardá-lo no fundo do coração e não esquecer nunca dos momentos que compartilhamos. Era hora de ir...
No outro dia, passei na clínica e a Dani me avisou que ele tinha partido.
Sei que ele está no céu dos gatinhos e que, algum dia,eu o verei na Ponte do Arco Íris. Espero chegar lá - se assim o merecer - e encontrar aquele belo gato gordo, grande, de incríveis olhos verdes me esperando. Mas até lá, vou chorar e sentir saudade a cada minuto do dia...

Campeão já foi um cão de rua... até ser atropelado



Campeão foi socorrido depois de ficar dias caído na rua após ser atropelado no Morro dos Macacos. Campeão chegou sem a metade da pata dianteira, com miíase, osso exposto e sem conseguir levantar. Depois de meses de tratamento Campeão voltou a andar e tem uma vida normal. É um exemplo vida.

História de Campeão: http://www.fotolog.com/fadavegan/?pid=7945859

Campeão está para adoção. Para adota-lo, ou outros cães e gatos entre em contato:

andrealambert@terra.com.br / 9632-8115

Gatos do Campo de Santana/RJ

Faça Diferente, Adote um Animal Deficiente é uma campanha para incentivar adoção de animais especiais.

Nos anos que atuamos no resgate de animais abandonados, não foram poucos os cães e gatos que sofreram mutilações em decorrência da situação de maus-tratos a que foram vitimas. Maus-tratos pela negligência ou atos cruéis de seus donos ou terceiros.

Foram animais atropelados, com miíase, que foram chutados, espancados, surrados e etc.

Todos animais abandonados sofrem, mas os que ficam deficientes são especiais e também precisam de nosso apoio e uma chance.

Temos até um cão propaganda da campanha!


Sites que vale a pena ver - e ajudar - www.gatosdocampodesantana.kit.net


Este site eu sigo há muito tempo. Infelizmente, não posso ajudar no maravilhoso trabalho diário da Dra Andréia e dos voluntários anônimos que socorrem os amiguinhos que, vítimas da maldade humana, são abandonados por lá, pois não moro no Rio de Janeiro. Mas eles têm uma lojinha e nós pode mos adquirir camisetas e objetos cuja renda serão revertidas em prol dos animais. Compra a sua. Ajude.

Sites que vale a pena ver - e ajudar - www.abrigodosbichos.com.br




Esta é uma história real. Apenas o nome da personagem principal foi trocado.
Era uma vez uma vaca chamada Mimosinha.
Ela passeava por Wunstorf, Alemanha, aparentemente curtindo seu momento de lazer, quando foi ao banco.
O que levou Mimosinha a entrar no banco? Não se sabe. Os motivos de uma vaca são freqüentemente misteriosos...
Eis que Mimosinha entra no banco, o Wunstorf Sparkasse Bank - como pode ser visto pelas imagens ao lado, que foram registradas pelas câmeras de segurança. Mimosinha - Mimi, para os íntimos - caminhou, caminhou, caminhou. Inultimente: não foi atendida.
Aliás, nem um funcionário sequer levantou da cadeira para ver o que ela queria (veja a terceira foto da seqüência). Por que ele nem se mexeu? Talvez estivesse muito ocupado, talvez não tenha ido com a cara de Mimi. Os motivos de um ser humano, assim como os de um ser bovino, também são freqüentemente misteriosos.
Mimosinha cansou-se do banco - e, talvez, da sua falta de atenção com os clientes - e foi embora. Adeus, Mimi!